Contato da Celedina/RS – Trabalho de Campo de Minas do Camaquã/RS, 30/11/2008

O CONTATO

O MARCO QUE ME FAZ INICIAR UMA NOVA ETAPA EM MINHA CAMINHADA EVOLUTIVA.

– O ANTES E O DEPOIS –

O antes, foram onze anos de muito estudo, pesquisas, trabalhos, centenas de exercícios. No inicio contávamos quantas viagens, hoje, são incontáveis. Passamos por momentos difíceis, tristes, decepcionantes, outros, divinos, gratificantes, alegres e uns até, muito hilariantes. Por vezes o cansaço nos fazia pensar: chega, cansei! Porém, sempre retornávamos, buscando aquele algo que faltava para nos completar e porque, também, sabíamos que o caminho era este que estávamos seguindo. Após tantas malas ou sacolas feitas e desfeitas, chegamos finalmente, ao depois.

Minas do Camaquã, 30 de novembro de 2008, dia este que jamais será esquecido. Diria assim:”Fez-se à Luz”. Luz que nos abriu novas e amplas portas, que nos preencheu do Amor Universal, que passou a iluminar Novos Caminhos. Luz que nos trouxe a Confiança e a Segurança necessárias para concluirmos o trabalho já iniciado.

“ELA” chegou tão suave e silenciosamente, como uma pluma no ar, soprada pela brisa da noite. Minha mente, por um instante, não conseguiu captar e acreditar no que os olhos estavam vendo. A sua Luz, sua maneira de andar e sua forte energia fez-me acordar. Falei para Urandir , Renato, Mercedes e Dorli, que comigo estavam “-Ali…, ali vêm um SER de branco em nossa direção! Eu e Dorli estávamos de frente para ELA, Renato e Mercedes de costas e Urandir, meio de perfil .

Estávamos sentados no chão, em círculo e de mãos dadas. Todos, instintivamente voltaram-se e Urandir com uma expressão de surpresa e alegria, não se conteve, vibrando como uma criança que ganhara um brinquedo muito sonhado, disse: ”-Nossa…! Ficamos por alguns segundos perplexos, extasiados, fascinados, olhando “Aquele Ser”, “Aquela figura”, que se apresentava corporificada para nós. Era tão material, tão física como qualquer ser humano.

Vestia-se de um tecido muito branco, parecia semelhante à indumentária das mulheres indianas, um único pedaço de tecido enrolado no corpo. Uma das pontas cobria-lhe a cabeça e descia até próximo ao joelho, com a mão direita pareceu-me que segurava junto de si, esta ponta do tecido, enquanto seu braço esquerdo pendia inerte. A outra ponta cobria todo seu corpo, inclusive os braços estavam cobertos e esta ponta de tecido caia até quase o tornozelo, em diagonal, mas deixava ver parte de suas pernas e seus pés descalços. Sua pele era muito clara. Sua altura, calculamos entre 1.70 a l.75m.

Caminhava lentamente e notava-se muita leveza em seu andar, talvez, para que pudéssemos ver todos os detalhes, observá-la bem. Sua cabeça estava levemente inclinada, sempre nos olhando, como a nos dizer: “-Pronto meus queridos, aqui estou, condensada, materializada, vocês conquistaram a minha presença”. “Creiam, assim, como EU pude vir e manifestar-me aqui neste momento, vocês também, logo, logo poderão realizar essas transposições, para lugares além da 3ª dimensão”. Senti naquela leve inclinação de cabeça, uma transmissão de carinho, de compreensão, de paz e muito amor.

O objetivo de sua vinda não deve ter sido somente para que a víssemos. Uma energia muito potente ELA nos passou, isto me deixou a certeza de que somos Fortes e de que temos o Poder que necessitamos para mudar positivamente o pequeno Universo que nos cerca – o Planeta Terra e sua Humanidade.

Em nenhum momento perdemos a nossa tranquilidade. Tínhamos duas lanternas ligadas em direções opostas, iluminando para fora do círculo. A noite estava muito escura. Uma das lanternas estava justamente direcionada para o local de onde ELA surgiu, por isso, conseguimos vê-la com muita nitidez e pudemos observar tantos detalhes. Mercedes em seu depoimento diz que a túnica que ELA vestia parecia um branco “brilhante”, escapou-me esse detalhe. Porém, observei que, com ELA veio uma Luz muito tênue, indefinível, que a iluminava. Talvez fosse a Luz de sua própria Aura, de sua elevada energia, iluminando ainda mais o local onde pisava.

Quando ELA iniciou sua caminhada diante de nós, acredito que estava há uns 8 a 10 passos de distância. O primeiro a chamá-la para que se aproximasse foi Urandir, “aproxime-se de nós”, disse ele. ELA, silenciosamente, continuou sua caminhada, ultrapassou a frente do grupo uns 10 passos, pensei que já fosse embora, porém, suavemente voltou-se, retornando agora em nossa direção. Urandir nos havia cochichado “é uma energia feminina”, “vocês mulheres é que devem falar com ELA”. Foi quando Mercedes pediu que se aproximasse de nós. ELA veio, com seu porte de Deusa, de Rainha, ficou muito próxima – 5 a 6 passos, na minha visão de distância. Ali parou, olhou-nos carinhosa e atentamente por alguns minutos ou segundos, perdi nesses momentos a noção de tempo, estávamos na expectativa, ouvi-la teria sido um momento supremo.
Foi neste instante que algo aconteceu comigo, meu coração pulsou mais forte, senti uma força vibratória estranha, um calor intenso invadiu-me e, quando terminados os trabalhos, as minhas células passaram a vibrar de uma maneira como se saltitassem dentro de mim, pareciam estar em ebulição. Meu corpo passou a vibrar intensamente.
Urandir, como se estivesse falando para si próprio, disse muito baixinho: “Poderosa, poderosa …!”

Apesar de sua proximidade, ELA não falou, que pena! Com graça e delicadeza, voltou-se e foi caminhando em direção ao local de onde havia surgido. Não queríamos que ELA partisse. Preencheu-me um misto de saudade, amor e carinho…pedi-lhe: “por favor,por favor, não vá, volte, nos a amamos tanto, volte por favor…, LILITH…! Mercedes, então, com os olhos marejados de lagrimas, disse: Urandir, ajude-nos a trazê-la de volta, já estou com saudades…!

Parece que nosso cérebro paralisou, ficou bloqueado, ficamos imóveis, admirando-a. Ninguém lhe fez perguntas. No fundo da nossa alma já sabíamos que era ELA, “uma Frequência MATER-GERADORA”, como se referiu a ELA um nobre amigo.
Mas…o nosso tempo ou o d’ELA havia terminado.

Urandir, extasiado e cheio de júbilo, disse-nos “Poxa…que presentão”. Ele estava radiante e muito feliz e, apesar das duas noites não dormidas, estava rejuvenescido.

Falou-nos mais: que teríamos um trabalho incalculável pela frente, que no momento oportuno saberíamos o que seria.
Que aquilo que vivenciáramos era esperado desde a primeira Cruz de Luz, trabalho realizado há quase dois anos. Que sabia quem eram as duas mulheres e mais tarde soube quem seria um dos homens. Quanto ao outro, como não sabia quem era, pediu aos Ultras que o empurrassem para dentro do círculo durante o trabalho de teletransporte de objetos, que estávamos realizando no “deserto”. Apareceu ali, então, a segunda energia masculina – Dorli.

Este último, Dorli, enquanto estava no grande círculo, recebeu uma pancada energética, muito forte, dos Ultras, na altura dos ombros. Achou que tivesse sido de alguém que estava ao seu lado, inquiriu àquele, soube, então, que não teria sido essa pessoa a dar-lhe tal pancada. Sugeriram que ele fosse falar com o Urandir, quando contou a ele o que lhe acontecera, este, pegou-o pelo braço e sorrindo disse-lhe: “é você mesmo que eu procuro … aguarde, logo vou chamá-lo!”

Terminados os trabalhos, os vários grupos, pré-designados, dirigiram-se para seus respectivos lugares, fora do “deserto”, de acordo com as instruções recebidas. Nós quatro aguardamos por algum tempo, ali no areial, após, fomos orientados pelo Urandir, para seguirmos até próximo a mata de “pinus”, que logo, lá nos encontraria.

Quando ele chegou, nos perguntou: “precisamos de água, quem tem?” Ninguém havia levado água. Ele procurou um lugar plano, entre as duas matas de “pinus”, e pediu que ali sentássemos no chão (a areia estava úmida, havia chovido, um pouco, durante a tarde) e ali ficássemos de mãos dadas, enquanto ele iria providenciar a água. Minutos depois ouvimos um baque, como se fosse algo oco, caindo pesado no solo e os passos de Urandir caminhando muito rápido na escuridão. Ele chegou até nós com meia garrafa de água e disse-nos: “sei lá de onde veio essa água, alguém ficou sem. Vocês viram a Luz ?” Não vimos a Luz. Abriu, próximo de nós, a mesma Luz/Portal que o Odir viu, quando Urandir recebeu a garrafa com o Néctar oferecido pelos Seres, lá na fazenda do Dakila Pesquisas.

Ele sentou-se junto ao grupo compondo o círculo. Fizemos a ativação necessária e damos as mãos. Disse que estava aguardando o 3º sinal para iniciar o trabalho. Enquanto esperávamos, passou-nos algumas instruções. O sinal veio. No mesmo momento, eu vi na mata de eucaliptos do outro lado do “deserto”, (eu estava de frente para esse local) uma faixa de Luz de, mais ou menos, 2m. de largura por uns 4 a 5 m. de comprimento. Energia essa, que se dissolveu lentamente para o lado onde iniciara. Acredito não ter sido essa Luz o sinal esperado pelo Consolador, mas deve ter sido o Portal pelo qual ELA adentrou para nossa dimensão.

Quanto tempo durou nosso contato? Não saberia dizer. Perde-se a noção de tempo diante de um encontro tão grandioso. O 3º sinal apareceu às 5:00hs., iniciando então o nosso trabalho. Quando foi concluído, realmente não sei.
Para mim, a presença de LILITH, sua caminhada diante de nós, a parada que fez, muito próxima, durou uma eternidade. Observamos muitos detalhes: a roupa, como aquele pano a envolvia, os pés, as mãos, as pernas, não vi bem seu rosto, porém, outros viram. Segundo Urandir, ELA usava uma tiara que lhe cingia o frontal e parte dela caia na lateral do rosto. Muitos detalhes escaparam de minhas observações.

Fomos para a 2ª fase do trabalho, em outro local, porém, próximo de onde tínhamos estado durante o encontro com ELA. Ali deveríamos permanecer por 27 minutos, sentados no chão, de mãos dadas e sem a presença do Urandir. Deveríamos observar ao nosso redor e, o céu. Se uma neblina nos envolvesse, poderíamos sair após sete minutos, ou… ainda, LILITH poderia retornar. Passados uns 15 minutos, olhei para o céu, estava forrado de gotas douradas, bem lá no alto, junto às nuvens, foi algo extraordinário e maravilhoso! Nesse momento fui eu a dizer: Nossa…! Olhem para o céu…!

Concluído esse tempo, levantamos e nos abraçamos. Lembrei-me e pedi aos demais para que fossemos ver se ELA havia deixado pegadas na areia e qual não foi a nossa surpresa, lá estavam as marcas indeléveis de seus pés descalços – cinco dedinhos, contei-os, o tamanho do seu pé, parecia um número 36. Em algumas das pegadas emanava perfume e uma forte energia. Perfume esse, que foi sentido por alguns, em seus corpos, no dia seguinte e em nossas casas, nos dias posteriores. Com uma pequena haste, encontrada no chão, circundei algumas de suas pegadas, para que os demais pudessem mais tarde, encontrá-las e vê-las.

Terminado nosso trabalho, nós quatro: Renato, Dorli, Mercedes e eu, eufóricos, subimos a trilha e próximos a mata esperamos por Urandir, conforme combinado. Quando ele chegou, contamos sobre a impressão dos pés d’ELA na areia, mostrou-se admirado. Imediatamente pegou a filmadora e desceu até lá para constatar e gravar, antes que outros pisoteassem o local. Voltou de lá entusiasmado pelo êxito que obtivéramos no trabalho realizado.

A maioria das pessoas deixou Minas do Camaquã ainda pela parte da manhã. Naturalmente, após terem ido ver as pegadas de LILITH. Uns poucos ficaram. Durante a tarde choveu torrencialmente. Quando a chuva passou, os que lá permaneceram, coordenadores e outros, muito curiosos, retornaram ao local onde ELA havia caminhado, para constatar se as “PEGADAS” tinham desaparecido. Que surpresa! Um milagre acontecera. A chuva havia apagado as pegadas de todos os que tinham pisoteado por lá, porém, o vestígio d’ELA estava lá, intacto, não tocado, nem pela chuva que ocorrera.

Soubemos, poucos dias depois, que enquanto nós vivenciávamos aqueles momentos gloriosos, uma partícula da Mercedes, também experienciava aquele momento, participando dele, assim como nós.

Hoje, sinto como se ELA, ainda, comigo estivesse. Sua figura não desapareceu da retina dos meus olhos e muito menos da minha memória. Meu coração explode de amor, não só por ELA, mas por toda família Dimensional, que nos ajudou energética e vibracionalmente a ultrapassar a densidade da terceira dimensão, para que tivéssemos esse momento extraordinário. Um agradecimento, também, ÀQUELE, que se doando por inteiro, sofre e vibra por nós quando algo assim grandioso acontece em nossas vidas, mostrando-lhe que realmente estamos envolvidos no processo evolutivo.

Dimensionais do Dakila Pesquisas, Amazonas, Sumo-Sacerdotes e Sumo-Sacerdotisas, Magos e tantos outros, abriram-se para todos Novas Etapas de muito trabalho. Faz-se necessário que todos estejam preenchidos do Amor Universal, para que possamos assumir e trabalhar com o Poder, que ELA virá, em nós, despertar.

LILITH é a Deusa Maior, também chamada a “Rainha dos Céus”. Pertence à nona dimensão, ultrapassou muitos planos, para encontrar-se conosco. É Sumo Sacerdotisa e Extraterrestre Transmutada. Veio para nos dar segurança, potencializar nossa vibração e nos orientar na caminhada que fazemos. ELA virá para estar entre nós, para ajudar-nos a confiar e termos a certeza de que Eles estão presentes em todas as nossas atividades. ELA nos traz proteção e a convicção de que estamos no caminho certo, reforçando assim, a nossa confiança Neles.

Para que possamos ter de volta o Grande Conhecimento, uma intensa preparação, mental e também consciencial, é imprescindível. O silêncio, muitas vezes se faz necessário para obtermos o sucesso de nossa missão e da nossa própria evolução.

“TRABALHEM”, que nós estaremos à frente limpando o caminho”. Foi a mensagem que Eles nos deixaram. Nós Dimensionais, de forma alguma podemos esquecer o que nos pedem. Ações, Eles querem ações de nossa parte.
Luz e Paz para toda a humanidade.

Celedina Consuela Muxfeldt

Publicado por: Celedina Consuela Muxfeldt

Celedina Consuela Muxfeldt
Advogada, Pesquisadora de Ciência Lilarial do Dakila Pesquisas, Palestrante e Instrutora de temas conectados com o despertar da consciência cósmica e mantenedora do Portal2.org.br.

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