COMPROMISSO DE GILDÁSIO DE ANDRADE STARLING

PASSADO PELO PARCEIRO BILÚ NO DIA 14/10/2012 NA FAZENDA BOA SORTE DO DAKILA PESQUISAS

“FAZER UM RELATO DO CONTATO DO DIA 14/10/2012”

ENTREGA DO COMPROMISSO PARA COORDENADORAS DO DAKILA PESQUISAS

AVALIAÇÃO DE ELIANE DO CANTO EM 22/10/2012

Oi Gildásio.

As lágrimas teimosamente caem de meus olhos enquanto escrevo.

Se emocionou é porque o relato foi puro, honesto e sincero. Vc conseguiu!

Acho que você deve contar sua estória para todos os integrantes do Dakila Pesquisas.

Não na Internet, mas lendo ou falando em suas palestras e nos nossos eventos, cumprindo assim seu compromisso e levando aos demais a emoção a experiência que vivenciamos, para que todos recebam o mesmo benefício.

Sugiro que vc envie seu relatório à sua intermediadora, nossa querida Consoladora Larissa: nucleors@projetoportal.org.br.

Ela saberá orientar e como vc pode repassar a informação aos demais.

Um grande beijo em sua alma, Eliane

AVALIAÇÃO DE LARISSA KAUTZMANN EM 23/10/2012

Boa noite Gildásio,
Desculpe a demora da sua resposta.
Gostaria de parabenizar pelo seu relato completo e emocionante. Com certeza atingiu o foco de repassar a grande emoção que se manifestou no momento da nossa experiência lá nas “Sondas”.
Com certeza será se grande importância transmitir esta emoção na hora de repassar essas informações, pois este foi o compromisso do grupo.
Como o compromisso foi de um grupo com 70 pessoas, posso tentar entrar em contato com todos os possíveis e juntos vocês repassar essa experiência na viagem do final do ano, aproveitando que na fazenda terão muitas pessoas e já poderemos começar a gerar a frequência para a terceira janela.

Qualquer dúvida, estou a disposição! Grande abraço, Larissa

A ESTRELA DE BELÉM

Noite calma, sem lua e recheada de expectativas.
As pessoas aguardavam a programação. Não havia ansiedade procurando antecipar o que iria acontecer. Não haviam atitudes negativas ou reclamações pela demora provocada pelo lento caminhar das horas no relógio. Mas havia uma certeza: alguma coisa inesquecível iria acontecer e nós iríamos fazer parte da história.
Cada um procurava dar vazão ao seu jeito de ser. Alguns descansavam em suas barracas, chalés ou casas. Outros conversavam, sorriam despreocupados contando casos e experiências pessoais.

Às vezes, a harmonia era quebrada pelas mensagens enviadas via rádio de comunicação. Momento em que a respiração era suspensa para dar lugar a audição apurada, procurando identificar o sinal característico da reunião no Refeitório.
Aquelas próximas horas nunca mais seriam esquecidas e para sempre seriam lembradas.
Tantos sacrifícios que assumimos para estar ali, tantos conflitos familiares foram travados para estar ali, tantas dificuldades financeiras foram enfrentadas para estar ali e tantos paradigmas religiosos foram repensados para estar ali.
E tudo foi amplamente compensado pelos sentidos despertados e sentimentos vivenciados naquela noite.

De repente, um som ecoou em todos os lugares: Urandir já está no Refeitório, Urandir já está no Refeitório …

Como que tomados por um súbito despertar, movimentos ágeis passaram a acelerar aqueles corpos humanos ávidos por conhecimento, saudosos pelas memórias que o tempo na terceira dimensão apagou, criando ilusões permanentes.
Cada um seguia o seu roteiro previamente agendado, se preparando para todas as eventualidades: frio, chuva, fome e sede.

Guerreiros das estrelas em busca da identidade perdida em encarnações subsequentes.
Pessoas saíam de todos os cantos, sorriam para todos os lados e passaram a caminhar para um local conhecido como “Sondas” que fica a uns dois quilômetros do alojamento. O encontro no Refeitório já não seria mais necessário. O objetivo era agrupar nas Sondas.

Grupos de dois ou três caminhavam lado a lado, cada um com a sua velocidade. Lanternas acesas formando imagens complexas e delicadas.

Ao olhar para frente, aquela fila luminosa parecia não ter fim. Ao olhar para trás era possível se deliciar com a magia da serpente luminosa, deslizando pelo caminho desigual de pedras soltas e corações pulsantes.

Algumas senhoras idosas caminhavam sozinhas, a minha frente, carregando o fardo dos anos, o peso do conhecimento e a esperança de uma rápida transição dimensional.

Concentradas em seu desafio pessoal transportavam a sua cadeira e os seus sonhos, sem solicitar ajuda de ninguém. Confiantes e decididas.

Casais com filhos caminhavam com alegria conduzindo os meninos para uma vida nova, seguindo o ritmo e a velocidade das crianças. Tão concentrados que eles também não perceberam que eles se tornaram crianças também.

Eu caminhava ao lado de dois amigos históricos Carlos Magno e Marco Antônio e trocávamos nossas experiências, falávamos da profundidade de nossas almas, sem nos preocuparmos com julgamentos da terceira dimensão. Cada um conduzia seus sonhos delicados, suas esperanças e uma carga genética em processo de transmutação.

O local se aproximou rapidamente e procuramos assentar, em nossas cadeiras, no escuro da noite, sem nos preocuparmos com insetos, aranhas ou outros medos que tiram a nossa sintonia com as energias superiores.
Assentamos e esperamos.

450 pessoas se deslocavam para aquele lugar mágico que parecia crescer à medida que era ocupado, como um útero da Mãe Terra onde todos eram bem vindos.

Que tribo é essa de pessoas tão diferentes em experiências na terceira dimensão mas com um passado comum. Que povo é esse com sentimentos distintos mas que parecem uma única família e que age como uma família.

Duas horas se passaram até que o último passageiro embarcou naquela viagem, naquele local plantado nas rochas e sonhos no interior do Estado de Mato Grosso do Sul, Brasil.

Passamos a aguardar instruções da nossa “Consoladora Larissa”, uma pessoa calma e delicada, que assumiu a sua função de Coordenação há pouco tempo rompendo grandes barreiras, grandes desafios e vem conquistando a nossa confiança rapidamente.

Companheiros conversavam, outros pediam silêncio, alguns sorriam, outros dormiam, vencidos pelo cansaço de tantas noites preparando aquele momento.

Lanternas, flashes e lasers eram controlados para que todos ficassem confortáveis e em harmonia, com as energias da noite que começavam a se manifestar.

Instruções foram passadas de forma simples, de forma objetiva para aquele grupo que buscava a elevação vibracional e a conexão crística: “27 minutos de silêncio observando a mata e a movimentação no centro do céu”.

Todas as pessoas buscaram o seu nível máximo de atenção, olhando para todo lado e com um objetivo muito claro: “vibrar para que a energia crística se manifestasse sete vezes em sete explosões de luzes”.

Se o objetivo fosse atingido, o “Consolador Urandir” seria arrebatado por “uma carruagem de fogo”, a “sarça ardente” iniciando a sua viagem aos Mundos Paralelos, em busca de conhecimentos e abrindo as portas para que outros Dimensionais também pudessem seguir o mesmo caminho.

O silêncio se misturava à inquietação e à ansiedade. Ombros tensos e respiração entrecortada por objetos que riscavam o céu.

Nenhuma explosão de energia crística e tempo esgotado.
Respiramos profundamente e aguardamos novas orientações. Enquanto isso, a minha mente humana sintetizava a equação cósmica: “é preciso conseguir sete explosões de luzes utilizando a energia mental, a energia da kundalini e a energia taquiônica acumulada em nossas almas, em nossa carga elétrica e em nossa carga genética”.

Um pouco de medo e insucesso passaram pela minha mente e seguiram em frente sem criar raízes. Busquei auto estimular: “nós vamos conseguir, nós estamos preparados”. Tantos desafios haviam sido vencidos e aquele era apenas mais um deles.
Mais sete minutos foram dados como um novo desafio. Sete minutos de vibração contínua, mente e alma conectadas. Jogando energias pelo frontal e pedindo a Deus com o fundo da alma uma manifestação de luzes.

Tempo encerrado. 450 pessoas representando a humanidade, vibravam e não conseguiam vencer a densidade, rasgar os véus e abrir um novo tempo no Planeta.
Alguém disse “calma, relaxem, vamos consultar o “Consolador Urandir””.
Sentimentos misturavam com o manto da noite. Os minutos pareciam horas. Ninguém desistiu. Cada um absorvia os golpes a sua maneira enquanto buscavam reconectar com a realidade superior.

Os coordenadores retomaram o controle, informando que uma diminuta pedrinha discóide seria distribuída a cada um de nós e que ela permitiria o contato com a energia crística.

As pedrinhas iam sendo distribuídas e naquele momento, deu para sentir o peso das horas, o peso da noite e o peso da responsabilidade.

Uma providencial ativação foi proposta e, em grupo de dois, nos tornamos crianças batendo palmas, esfregando as mãos e desejando, com o melhor de nossos pensamentos, as melhores energias para o nosso companheiro de Ativação.

Como que tomados por um grande entusiasmo, nos sentimos fortes e confiantes, alegres e energizados.

A resposta veio da floresta e dos Mundos Paralelos com a explosão de uma grande luz prateada iluminando, por um segundo, aquela noite que já se fazia fria pela madrugada que se aproximava.

Um sentimento de alívio, de satisfação e de euforia invadiu a alma de todos.

Restavam seis explosões de luzes e o desgaste energético para gerar aquela primeira explosão havia sido intenso.

Como Guerreiros, guardamos na mão esquerda aquela diminuta pedrinha e contamos em voz alta “1, 2, 3 e já”. O “já” era sincronizado com um movimento de mãos como se houvesse um arremesso de energia para a floresta, produzindo um eco na mata e em todo o ambiente.

Mais uma vez contamos “1, 2, 3 e já”, seguido dessa vez por uma explosão de dois segundos de uma intensa luz azul, que iluminou o vale e abriu portais em nossas almas, resgatou memórias e rasgou véus da terceira dimensão.
Continuamos contando “1, 2, 3 e já”, “1, 2, 3 e já”, mas nada acontecia e de repente, alguém comandou “calma pessoal, vamos assentar e relaxar”.

O “Facilitador Olávio” começou a comandar todo o grupo com a sua irreverência e presença de espírito. Ele falava, contava casos, imitava personalidades e todo o grupo sorria e se acalmava.

E nós brincávamos, entre nós, dizendo “esse é o grupo que vai salvar esse planeta!”.

Devido aos nossos paradigmas religiosos e conceitos religiosos, nós sempre pensávamos que o contato com a energia crística seria um momento de intenso fervor religioso, de orações profundas e de meditação profunda.

No entanto, estávamos ali, sorrindo de forma irreverente, sem o peso da cruz, sem o peso dos pecados, sem o peso dos medos e das culpas.

Libertos e ousados Cavaleiros do Apocalipse.

Fizemos novas ativações em grupos de dois, e jogamos energias em um trabalho de superação magnífico, em um trabalho de fé excepcional, em um trabalho de redenção, confiança, ascensão e transmutação.

Tanto esforço, tanto amor e tanta dedicação foram retribuídos com três explosões na cor laranja, “sarças ardentes” misturando o dourado e o vermelho, iluminando a mata, reconstruindo nossos corpos humanos, resgatando nossa origem divina, nosso papel de construtores de uma nova ordem mundial.

Aquelas três explosões sequenciais penetraram profundamente em nossas almas e provocaram registros históricos.

Faltavam apenas duas explosões e todos desesperadamente começaram a jogar energias para as matas esperando a manifestação da energia crística.
“1, 2, 3 e já”, “1, 2, 3 e já”, “1, 2, 3 e já”. O esforço era tremendo mas a nossa energia estava se esgotando perigosamente, oscilando a beira da exaustão – física, emocional e mental.

Os primeiros raios de sol começaram a tingir o horizonte e a colorir o fundo negro da noite de luz.

Uma voz ecoou na mata. Uma voz conhecida de um parceiro das estrelas. Nossas esperanças renovaram mas lembramos de uma recomendação do “Consolador Urandir”: “se o parceiro manifestasse significaria reprova, ou seja, o objetivo proposto não seria mais atingido”.

Assentamos cansados e aguardamos novas instruções. Ninguém desistia ou reclamava, todos estavam prontos para o prosseguimento daquela batalha.
Informações chegavam pelos rádios de comunicação. A passagem para os Mundos Paralelos não seria mais concretizada naquela noite. Nós não havíamos conseguido gerar um volume de energia suficiente para romper os lacres, romper a terceira dimensão.

Um grande desafio foi em parte vencido. Qualquer patamar que se consegue superar é estabilizado para continuidade futura. A batalha para reverter o peso das energias deletérias estava sendo vencida.
Havia um sentimento pessoal de derrota. A batalha mental provocou um cansaço súbito.

De repente, o céu ganhou um brilho diferente, na cor dourada. Uma grande nave começa a deslizar no sentido norte para sul, veloz, soberana, calma. Emitindo uma energia crística de alta vibração, ativando nossos corpos com a sublime interferência dos amigos das estrelas.

Quando todos nós respirávamos, captávamos e vivenciávamos aquelas energias emanadas da nave, chega a informação simples, sublime e incontestável: “Pessoal, essa é a nave que levará nosso Consolador aos Mundos Paralelos.

Essa é a nave que guiou os Reis Magos no dia em que o menino Jesus nasceu em uma estrebaria de Belém. Essa é a Estrela de Belém.”
Estupefatos. Olhos fixos no céu. Palavras se tornaram desnecessárias.
Mais informações iam chegando: “a passagem dessa nave equivale a mais de dez explosões crísticas simultâneas. Esse é um presente para todo o Planeta Terra.”
Assistimos de pé aquele espetáculo, aplaudimos num misto de fé, satisfação e superação.

A magia da noite perdia espaço para a entrada radiante de um novo dia.
Todos começaram a caminhar de volta ao alojamento, de volta a terceira dimensão, de volta aos seus desafios pessoais.
Corpos cansados, corações acelerados, memórias escritas e esperanças renovadas.
GILDÁSIO DE ANDRADE STARLING

Publicado por: Gildásio Starling

Gildásio Starling
Administrador de Empresas com Pós-graduação em Administração Financeira e Investimentos, Pesquisador de Ciência Lilarial do Dakila Pesquisas.

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